quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Alzheimer: Vilão na vida do nosso avô

Neste blog falamos do nosso avô, como ele era especial e como sentimos a falta dele, na história da vida do nosso avô descobrimos o Alzheimer. O nosso avô começou apresentando pequenos esquecimentos, como o dia e a hora. Perguntava várias vezes em qual dia estávamos, começou a demora para responder o nome dos filhos, esquecia de alguns eventos. Foi iniciado o tratamento mas o cérebro já estava com danos. O Alzheimer despertou nele o desejo de acumular objetos sem uso, danificados, aqueles objetos eram a riqueza dele e ninguém podia tocá-los que ele temia perdê-los. Foi um momento difícil. Aquele homem trabalhador, inteligente, bonito, sucumbido pelo Alzheimer a portar aqueles itens descartados, coisa que ele em sã consciência jamais praticaria. Os anos foram passando e a memória com eles. Não lembrava mais o nome de todos, fugia da casa dos filhos e ficava perdido, pois queria ir para casa mas não lembrava o caminho. Sua casa era seu refugio, onde seu tesouro estava. O que confortava era saber que a doença não lhe tirara o humor por completo, gostava de piadas, sorria e não perdia o seu modo de ser, por mais que já não fosse o mesmo de antes.O
Alzheimer não pode tirar o sorriso dele nem a alegria, porque por mais que ele não pudesse ser como antes, sua essência permanecia. Torcemos que a cura seja encontrada para que nossos entes queridos não passem por isso, pois é muito triste ver quem amamos esquecer àqueles que ele ama. 
Para quem tem um parente que esteja começando a apresentar esses sintomas é necessário procurar ajuda médica o quanto antes. Nosso avô apresentou vários outros sintomas, os quais não descrevi, mas no blog do Doutor Drauzio Varella se pode conhecer um pouco mais sobre o Alzheimer. Fica a dica.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Simplicidade de um avô

Na simplicidade de seu olhar
Encontramos liberdade
Para te abraçar.

Na eternidade do seu sorriso
Encontrávamos força
Para o que fosse preciso.

Na sua felicidade
Aprendi que se pode
Ser feliz na simplicidade.

Penha.


Um ano e dez dias de saudade, deste avô querido. Relembro de quando saíamos de mãos dadas e eu dizia: meu menininho, não pode soltar minha mão, porque eu é que estou tomando conta agora. Ah, que saudades desse vovô eterno.